LITERATURA E CHÁ COM TORRÕES DE AÇÚCAR NA AULA DE LÍNGUA PORTUGUESA

 

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DSC06352Por meio da leitura e discussão da obra Eugénie Grandet, do escritor francês Honoré de Balzac, os alunos da turma 81 do Centro Educacional Santa Isabel trouxeram para a realidade as paginas da ficção. Para aquele que ainda não leu a obra, temos ali, a história de um homem avarento que, em uma cena, deixa de adoçar o seu café para não ultrapassar a cota de açúcar do dia. Isso aconteceu quando o homem, o sovina Sr. Grandet, pai de Eugénie, recebeu em sua casa seu sobrinho parisiense Charles. No primeiro café-da-manhã em sua nova casa, o primo de Eugénie, para não gastar a reserva diária de torrões de açúcar, temperou seu café com os torrões do avarento Sr. Grandet, que como sabemos, deixou de adocicar sua refeição.
Para trazê-los a essa realidade, em 04 de outubro de 2011, o professor Alex Valério, de Língua Portuguesa, organizou a dinâmica do café-da-manhã: levou chás e torrões de açúcar para que os alunos conhecessem um pouco mais da cultura francesa e percebessem que os fatos da literatura balzaquiana, cuja linguagem assusta os leitores de primeira viagem, tem todo o poder de se aproximar da realidade dos jovens leitores.

Para completar a magia literária, naturalmente alguns alunos, tomando seus chás adoçados com torrões, abriram seus livros. A aluna Júlia Fay lia A Metamorfose, de Franz Kafka, enquanto o aluno Felipe Zanini apreciava a leitura de Crime e Castigo, de Dostoiéviski, obras que também serão cobradas no 4° bimestre.
O professor de Língua Portuguesa parabeniza os alunos da turma 81 e aos demais alunos do CESI que incorporaram em suas vidas a fortalecedora Arte chamada LITERATURA.

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